segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Famílias na Graça


Já iniciamos o Famílias na Graça, 
você que deseja participar desse projeto e abrir um núcleo no seu lar
entre em contato com o Pr. Sandro ou a Pra. Silvia. 



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Deus é contigo!

         Aqueles que estiveram presentes na reunião da nossa comunidade no domingo 20/02 puderam perceber e entender quão Maravilhoso, Amoroso, Gracioso é o nosso Deus. Vejamos alguns trechos da Palavra ministrada aos nossos corações:

Juízes 6:11ss

        A bíblia apesar de nos mostrar tantos milagres e maravilhas nunca negou a realidade da fraqueza humana. Vemos em exemplos bíblicos homens e mulheres que mesmo cheios do Espírito de Deus, mesmo cheios da Glória de Deus e mesmo tendo vivenciado os maiores milagres possíveis, continuam com suas fraquezas, lutas internas, etc. É possível perceber no contexto bíblico geral que Deus pode melhorar o ser-humano, porém jamais vai tirar suas características ou mudar seu temperamento: é preciso aprender a conviver com as limitações e imperfeições humanas, pois, ainda que sejam melhoradas por Deus, jamais serão excluídas!

         Lutar contra as nossas fraquezas faz com que as mesmas cresçam ainda mais dentro de nós. Não se trata aqui de banalização da Graça de Deus, mas significa que é possível ser cheio de fraquezas e ser cheio do Espírito de Deus. Portanto, não devemos ficar nos condenando nos achando indignos dos 'olhares' de Deus.

         O desejo do nosso Senhor é que não nos afastemos dele, mas ao contrario que nos apresentemos a Ele como somos/estamos. E Deus, por seu amor, misericórdia e graça tão grandes através do Espírito Santo nos ensina a canalizar e sublimar os defeitos que tão de perto nos rodeia.

        Gideão foi um dos personagens bíblicos, uma das figuras que Deus amou desesperadamente. Um homem 'insignificante', que algumas vezes se sentia um 'Zé-ninguém', mas que o próprio Deus foi ao seu encontro, se apresentando a ele e dizendo: "Eu sou contigo Gideão, Estou com você, Estou na sua vida!" - Como qualquer ser-humano questionaria, Gideão questionou o Senhor quanto as dificuldades que estavam (os israelitas e Gideão) enfrentando naquele momento: "Se o Senhor está conosco porque a vida está assim?"

       Apesar do questionamento e do sentimento natural de Gideão, há algumas verdades imprescindíveis neste texto que precisamos considerar:

1. Chamada inegável a uma pessoa que estava em circunstância difícil.
2. Chamada para uma constante obediência.
3. Deus concedeu Poder limitado e uma dificil tarefa.

Pastor Sandro Martiniano

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

As duas naturezas de Jesus

          Tivemos a nossa Primeira Ceia de 2011 neste domingo 13/01/2011, foi com prazer que recebemos como membros alguns irmãos que estavam presentes. Também esteve conosco  juntamente com sua família o nosso amado Pastor Jarbas o qual ministrou uma palavra de motivação e reflexão à Igreja de Deus. Veja uma parte:


         Lucas 4:30
As duas naturezas de Jesus

                A bíblia nos ensina que Jesus é tanto verdadeiro homem quanto verdadeiro Deus, ou seja, há duas naturezas em uma só pessoa.
                Quanto à natureza divina de Cristo, podemos afirmar que Jesus era chamado diretamente de Deus na Bíblia (Jo 20:28; Rm 9:5; Tt 2:13; Hb 1:8; IIPe 1:1); Jesus também possuía atributos divinos (Jo 5:58; Jo 21:17; Ap 22:13); Jesus recebe adoração (Fp 2:9-11; Hb 1:6; Ap 5:12-13). Em relação a sua natureza humana é possível afirmar que Jesus possuía corpo, mente e emoções humanas (Lc 2:40, Mt 4:2; Lc 22:46; Mc 13:32; Jo 11:35; Jo 13:21). Mas, o que podemos aprender ao olharmos para a natureza humana do Cristo?
                Entre as lições que poderíamos aprender nesse contexto de Natureza humana de Cristo, está o fato de que Jesus enquanto homem sentiu fome, sentiu sede, chorou, se angustiou, teve medo, mas tinha um objetivo, um foco: proporcionar ao mundo salvação.  As mesmas dificuldades, as mesmas emoções, os mesmos sentimentos, angústias, dores, pelos quais passamos o nosso Senhor Jesus também passou. Não somos os únicos a sentir aflições, a sentir o peso de uma cruz, a sermos perseguidos, julgados, condenados. Mas, em tudo o que passamos Jesus nos compreende com excelência. Ao enfrentar tais dificuldades, Jesus nos mostrou que assim como Ele, nós também somos capazes de vencê-las. Assim como o nosso mestre só precisamos manter o foco em Deus e não desistir!

Pr. Jarbas

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Discernindo o caminho de Caim

                Confira na íntegra a palavra ministrada pelo Pastor Sandro no domingo dia 06 de Fevereiro de 2011.

Gênesis 4.1-14 e Judas v. 11 – “Ai deles! Pois seguiram o caminho de Caim...”

     Todos nós, de acordo com Romanos capítulos 7 e 8, temos a potencialidade interior de desenvolvermos tanto o fruto do Espírito de Cristo, como também as obras da carne.  Existem, entretanto, possibilidades de caminhos diversos dentro de nós: precisamos decidir com quem queremos ser parecidos: com Cristo ou com Caim?
     Os dois textos retro-citados de  Gênesis e Judas  nos traz uma exortação aos cristãos de hoje, a fim de evitarem entrar pelo caminho de Caim. Com o intuito de discernirmos o caminho de Caim, creio que precisamos recorrer ao texto de Gênesis onde iremos encontrar o perfil deste homem cujo o coração era maligno.
     A palavra “caminho” aparece em algumas passagens bíblicas no sentido de modo de vida e se refere à conduta de uma pessoa. Quando observamos as ações de Caim, bem como suas palavras registradas nesse texto, podemos descobrir o que há em seu caminho.

1. O caminho de Caim é marcado pela inveja

      Na segunda parte do versículo cinco do texto de Gênesis, nós podemos notar que Caim se enfureceu a ponto de ficar transtornado, logo após constatar que tanto ele quanto sua oferta foram rejeitados pelo SENHOR, ao passo que seu irmão e sua oferta foram por ELE aceitos.
     Podemos afirmar que essa fúria foi provocada pela inveja que sentia de Abel. A Ira no coração de Caim certamente teve início no momento em que ele teve inveja de seu irmão. O sábio Salomão traz a seguinte advertência: “O coração em paz dá vida ao corpo, mas a inveja apodrece os ossos” (Provérbios 14.30)

     Ao perceber que Deus se interessou por seu irmão e sua oferta, Caim se deixou dominar por esse que é um dos sentimentos mais terríveis que pode se abater sobre uma pessoa.
  •  A inveja surge da incapacidade de alegria com o sucesso alheio.
  •   A inveja surge do hábito de fazer comparações (I Samuel 18.7).
  •   A inveja surge do espírito de competição. 

2. O caminho de Caim é marcado por uma obstinação que conduz a insensibilidade (Gênesis 4.7)

     Caim se tornou tão obstinado, que acabou perdendo a sensibilidade. As palavras de alerta que Deus lhe trouxe foram fortíssimas. Caim, porém, não aceitou a repreensão divina, ele não se comoveu, sua obstinação matou a sua sensibilidade. (Provérbios 29.1)

                     3. O caminho de Caim é marcado pela dissimulação

     Caim possuía uma incrível capacidade de dissimular. Nós podemos perceber essa realidade pela resposta cínica, evasiva que ele deu à indagação que Deus lhe fez:
“... sou eu o responsável por meu irmão?”

4. O caminho de Caim é marcado pela ausência de arrependimento

Evitando o caminho de Caim:
  •   Para evitarmos o caminho de Caim, devemos reconhecer que o nosso coração pode mudar.
  •  Para evitarmos o caminho de Caim, devemos questionar constantemente as nossas motivações.
  •   Para evitarmos o caminho de Caim, devemos tratar com seriedade os maus sentimentos que surgem em nosso íntimo.
Pastor Sandro Martiniano

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

"Porventura, não pertencem a Deus as interpretações?"

Fechamos o mês de Janeiro de 2011 simplesmente agraciados pelo Pai, o qual tem nos proporcionado momentos exclusivos de alegria e regozijo em Sua presença. Neste ultimo domingo do mês, a ministração da palavra de Deus esteve a cargo do amado Pastor Hélio, que nos levou a refletir acerca da vida de José e as turbulentas fases da vida deste homem. Veja agora como se deu a explanação da mensagem:

Gênesis 40:8b - "Porventura, não pertencem a Deus as interpretações?"


     A Bíblia nos ensina muitas coisas olhando para a vida de José. José era filho de Jacó e tinha 11 irmãos. Entre os filhos de Jacó, José era o filho mais amado pelo pai, pois era o filho da sua velhice, além disso, José tinha o costume de contar ao seu pai a conduta de seus irmãos que não eram boas e por assim ser, despertava o ciúme dos mesmos. Um dia José contou um sonho que teve e a ira dos seus irmãos aumentou mais ainda, pois no sonho, todos “atavam feixes no campo, e eis que o feixe de José se levantou e ficou em pé; e os feixes dos irmãos o rodeavam e se inclinavam perante o dele” (Gn 37:7). Em outro sonho que tivera José viu o sol, a lua e as onze estrelas se curvando perante ele (Gn 37:9), logo, os seus irmãos planejaram algo e jogaram-lhe num poço, pegaram sua capa, molharam-na em sangue de animal, e enganaram seu pai dizendo que José havia sido devorado por um grande animal, mas na verdade o venderam por 20 moedas aos ismaelitas, para ser escravo.
     José chegou ao Egito e todos viram a sua inteligência e perceberam que Deus era com ele, pois tudo quanto fazia prosperava. Potifar, oficial de Faraó, o comprou da mão dos Ismaelitas e o colocou como mordomo em sua casa. José por ser um homem de bonito aspecto, despertou o desejo da mulher de Potifar, a qual tentou de todas as maneiras seduzi-lo, porém, todas as tentativas da mulher foram frustradas, pois, José fugia de todas, até que em uma das fugas, ele deixou a sua capa (Gn 39), e injustamente foi levado à prisão. Chegando a prisão achou graça aos olhos do carcereiro que o colocou para liderar outros presos e mesmo nesta situação interpretou alguns sonhos que se cumpriram dias depois. O dom de Deus na vida de José foi capaz de fazê-lo interpretar o sonho de Faraó e sair da prisão o designando como o segundo maior do Egito. Faraó colocou um anel em seu dedo como sinal de autoridade. José previu o que aconteceria na terra e por causa da sua sabedoria a terra foi preservada da fome. Ele teve a oportunidade de rever e perdoar seus irmãos depois de quase vinte anos, e ainda mais, fazer com que os hebreus não perecessem de fome.

Reflexões

§  Muitas vezes, mesmo sem saber o porque, somos colocados dentro de um poço e por mais que gritamos por socorro a única voz que se ouve é o eco da nossa própria voz, parecendo não ter mais saída, mas é preciso lembrar que se trata apenas um estágio de preparação ou capacitação para coisas que nos serão propostas futuramente.

§  José foi vendido como escravo, mas a sua conduta mostrou que ele sempre foi livre, nem o pecado tinha domínio sobre a sua vida. 

§  A melhor maneira de conhecer o pecado é fugindo dele. A atitude de José foi  extremamente sábia, pois sabia que a sua permanência naquele lugar poderia induzi-lo ao pecado, afetando sua com a comunhão  com Deus. 

§  A prisão para José foi uma maneira de mostrar que mesmo em um lugar desconfortável e inconveniente é possível a manifestação do dom de Deus. Uma  prisão não é capaz de enterrar os dons de Deus. Somente  nós por vontade própria é que enterramos os dons que nos são dados por Ele.

§  A figura de José como o segundo maior do Egito, mostra/simboliza a igreja que recebeu poder e autoridade de Deus na Terra e só está abaixo de Sua vontade.

§  José mesmo sendo poderoso não deixou que tal poder desfizesse o amor e misericórdia presentes em sua vida. Por causa dele 70 almas não morreram de fome.

Pastor Hélio


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